Com sede em Diamantina, MG e mais de 100 anos de existência, a Associação do Pão de Santo Antônio é um dos mais antigos e tradicionais asilos. Uma obra cristã de qualidade e acolhimento.

Somos uma entidade filantrópica de reconhecimento Municipal e Estadual, sob a tutela da Mitra Arquidiocesana de Diamantina e administrada por Monsenhor Geraldo do Nascimento Lúcio, seu diretor geral, indicado pelo Exmº e Rvmoº Arcebispo Metropolitano Dom Paulo Lopes de Faria.

Sua diretoria é formada por abnegados voluntários da sociedade local, possuindo estatuto próprio legalmente registrado.

Prestamos um serviço relevante e altamente social, sem qualquer ajuda do Governo, contando apenas com a solidariedade das pessoas, diamantinenses ou não, através de doações em dinheiro ou espécie.

A Associação faz parte da própria história da cidade e foi fundada aos quatorze dias do mês de julho de 1901 por intrépidos e solidários diamantinenses, tendo à frente um professor de história e geografia, o grande jornalista José Augusto Neves o Zezé Neves.

A foto abaixo mostra o histórico asilo, hoje totalmente restaurado e que abriga mais de 30 pessoas necessitadas. Ele está situado no Bairro do Rio Grande, local aprazível, sendo um complexo que possui uma linda capela, o jornal A Voz de Diamantina e um museu de uma das mais antigas imprensas do Brasil.

A visita a essa Casa de Caridade Cristã é um dos atrativos de Diamantina. Venha você também nos fazer uma visita.

 

 

Como Santo Antônio tornou-se padroeiro da Instituição?

Conforme depoimento de Zumiro Ribas a Malcolm Forest

Depois de um inverno rigoroso com diversas mortes em Diamantina, Zezé Neves percebeu que era necessária a existência de um abrigo para idosos na cidade, então fundou um abrigo, e ema capela. Porém, não havia um santo para devoção. Aproximadamente 2 anos depois, o bispo da cidade reuniu as irmandades das diversas igrejas de Diamantina e nessa reunião foi decidido que as igrejas careciam de imagens de santos, e ali foi feita uma lista com os nomes dos santos que cada irmandade precisava. A arquidiocese encomendou as imagens no Grande Empório do Norte. Mas na chegada destas, descobriu-se que uma imagem havia vindo por engano, justamente a de Santo Antônio. Nenhuma irmandade levou-a. Algum tempo depois, Zezé, ao passar em frente ao Empório foi chamado pelo sr. Motta que lhe ofereceu a imagem. Como a capela não estava consagrada para nenhum santo, passou a ter Santo Antônio como padroeiro. Note-se que Diamantina tem como padroeiro Santo Antônio, com o nome original de Santo Antônio do Tijuco.